sexta-feira, 31 de outubro de 2008

Vrije School


Canal na rua da escola





Entrada das crianças do grau, por classe -
as filas se formam na frente de cada número


Entrada do Jardim

É este o nome da escola da Lud. Fica a dois minutos andando daqui de casa, um pulo. É bem grande, espaçoso, com 'estacionamento' para bicicletas (claro), jardim, tanque de areia, quadra e playground. O prédio é de 1909, antigo como muitas casas do bairro. A escola fez 25 anos este ano, quem diria?!? Mais coincidências? A classe responsável pelo bazar é o 2o. ano...
As aulas da Lud começam às 8h25 e vão até 13h, mas terças e quintas ela fica até 14h45. As aulas são em holandês, e ela está aprendendo, aos poucos, a contar, a tabuada, a memorizar o nome dos amiguinhos, músicas e versos. E quanta festa, viu? Semana retrasada, dois aniversários. Esta semana, mais três. E hoje, uma confeitaria da cidade ofereceu um bolo delicioso para as 220 pessoas da escola, e a TV local foi lá para fazer uma reportagem sobre uma polpuda doação que a escola está recebendo do Rabobank (ele de novo, sempre presente!) para capacitar professores a lidarem com alunos surdos-mudos. A Lud me contou que tem um papel pregado na classe dela que ensina a linguagem dos sinais - outra língua a aprender por aqui - para fazer a tal da inclusão social dessas crianças.

Dá pra ver o site da escola aqui ó: http://www.vsmareland.nl/

quinta-feira, 30 de outubro de 2008

Cidade das Bicicletas... e do Faça Você Mesmo


É uma cidade linda, limpa e silenciosa... e é como muitos imaginam a Holanda. Plana, recheada de canais, cheia de bicicletas, que são as rainhas das ruas. Parece que uma foi feita pra outra. Isso é o que você sabe.
O que talvez não saiba é que os carros aqui andam devagar, quando andam. Nossa experiência com nosso carro alugado na primeira semana nos ensinou que ter carro aqui não adianta grande coisa. Ficamos dando voltas e mais voltas pra ir de um hotel para outro, e além do aluguel do carro, ainda custa uns 10 euros por dia pra estacionar, se você tiver sorte de achar uma vaga!

Outra coisa tragicômica foi quando o Paulo foi abastecer, antes de devolver o carro pra locadora: ele até achou um posto - coisa rara, pois ficam escondidos, tipo no térreo de um prédio, sem bandeira, sem aquele teto gigantesco e... sem frentista. Aliás, sem frentista e ninguém pra atender. Mais self-service impossível. Fica a bomba lá, você que se vire. Tem que pagar com um cartão misterioso - que, claro, a gente não tinha - digitar o valor, sei lá, e a bomba tal é liberada, assim explicou outro motorista que lá estava. Enfim, ele milagrosamente achou outro posto onde deu pra pagar com cartão de crédito - outro milagre - e abasteceu.

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

HOME, SWEET HOME

Giulia em casa e vista da cidade, da janela do Hotel Nieuw Minerva













Depois de ficarmos morando em 4 hotéis, em 6 quartos diferentes num período de 17 dias - que eu considero demais, mesmo pra mim, declaro encerrada nossa estadia em hotéis por pelo menos algumas semanas. Ou até a próxima viagem. Balanço geral: já acho até que posso indicar hotéis na cidade.
Depois da novela do visto, o tumultuado troca-troca de hotéis. Tudo porque demos a sorte de chegar na época do "carnaval"* deles aqui, mas ficamos num hotel mais tranquilo e menos central, o modernoso Van der Valk (com um canal ao lado), nosso hotel de chegada, café da manhã nota 10, atendimento frio e impessoal. De lá, fomos para o Nieuw Minerva (com canal na frente do hotel), para ficarmos mais no centro e perto de imobiliárias, restaurantes e das escolas das meninas. Esse hotel foi o que mais gostamos. O pessoal da recepção é nota 10! O café é muito bom, os quartos são uma história à parte - cada um é decorado num estilo - tinha um com cama de dossel e cavalete, o Rembrandt! Muito divertido. Fizemos amizade com pelo menos duas meninas - Miriam, peruana e Dindy, indonésia. Supersimpáticas, deram dicas valiosas.
Mas por causa da falta de lugar para todos os dias em que iríamos ficar, tivemos que nos mudar do Minerva duas vezes: uma para o Mariënpoel, onde ficamos 1 noite, e de volta ao Minerva. Outra mudança para o Mayflower, na praça central, onde ficamos outra noite, e voltamos ao Minerva. Claro que não levamos nossas bagagens. Ficaram quase todas no Minerva. Finalmente fizemos um último check-out do Minerva no sábado 18, aniversário do Paulo! Foi o maior presente!

* a maior festa da cidade de Leiden, a libertação da cidade do domínio dos espanhóis: the bastards!, como disse, brincando, o nosso corretor de imóveis, que sorrindo explicou que a cidade ficou travando um guerra por uns 80 anos, comendo só pão branco e arenque.

Pra quem vier visitar - De Schiphol (aeroporto de Amsterdã) até Leiden de carro são menos de 30 minutos. Super-rápido. De trem, 26 minutos de uma estação a outra.