- poder conhecer um pouco da cidade, principalmente as casas-cubo;
- comer peixinho na feirinha;
- não subir na torre do sino, pois segundo o guia, estava fechado;
- não ir ao porto, que é o maior da Europa e do mundo, por sinal;
- não ir a nenhum museu, já que queríamos mesmo era rodar.
Já quando saímos da estação, demos de cara com as casas-cubo, vejam só! Também, escolhemos descer na estação Blaak, um pulo de lá.
E logo mais, como encontramos a feira de sábado, pudemos riscar "comer peixe e ver casas-cubo" da nossa lista. A feira são essas barraquinhas de toldo branco que dá pra ver aí no meio desses prédios todos...
O inesperado: comer framba, essa coisa aí - geneticamente modificada ou não - deliciosa!
framboesa (framboos) + morango (aardbei) = "framba" = delícia!
Andando pelas largas ruas do centro (coisa inusitada), fomos dar na Igreja St. Laurenskerk e, surpresa das surpresas, a torre estava aberta. Subimos eu, a Lud e a Giu, uns 300 e tantos degraus até o topo, ouvindo um pouco da história da cidade e da igreja nas paradinhas. A guia nos disse que era o último fim de semana aberto pra visitas, já que fechariam pra reforma por 2 anos. Sorte!
A vista lá de cima é muito legal! Deu pra ver a arquitetura da cidade, e perceber que nem todas as cidades da Holanda são feitas de casinhas de boneca.
A igreja da coluna torta
Almoço: andamos e andamos e acabamos indo comer rapidinho no Mac, bem a contragosto, e ainda por cima tivemos que pagar para usar o banheiro. Tinha uma mulher mó nazista que ficava na entrada e só deixava passar quem pagasse $0,40 pra fazer um mero xixizinho. Ai que raiva que deu, viu! Se eu soubesse, juro, tinha comido noutro lugar...
Resolvemos deixar pra lá e continuamos nosso passeio.
o novo...
Demais, né?!
De lá, fomos a outra parte, ouvimos uma certa música com berimbau e eis que esbarramos numa roda de capoeira em plena Rotterdam... bem bacana. Quantas tribos...!
e o familiar!
Lud com bexiga do Mac
E o que dizer dos cabides do museu Boijmans van Beuningen?
Vai ser ousado e criativo lá na Conchinchina!
Só três palavras: amei, amei, amei!
Espelhando-se
Nos divertimos também no gramado do parque atrás do museu passeando e vendo casais namorando e gente fingindo que não tava nem aí... se bem que teve um que foi e tirou umas fotos de um casal nos amassos... que nem ligou ou não viu... rsrsr...
Lud cara de bexiga no pátio do Museu
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