Não sabia exatamente o que ia encontrar nesse museu, além de ser óbvio que era sobre judeus. Achava que precisávamos (talvez as meninas mais do que eu) de um pouco mais de informação sobre os judeus além daquela que vimos na casa da Anne Frank em Amsterdã. Talvez.

Sei lá, não sei se não quiseram abusar por estarem na Alemanha e se sentirem meio que... convidados?
O legal é que deu pra ter uma ideia que a coisa da perseguição vem de muito tempo atrás, da Idade Média.
Os judeus foram excluídos de algumas ocupações, tipo não podiam ser padeiros, alfaiates, e outras coisas. Sei lá, parece que eram impuros. E o que acabou sobrando? Mexer com dinheiro! Ter banco, emprestar, etc. era coisa de judeu, mesmo porque os cristãos não podiam "cobrar juros".
Além disso, os judeus tinham que pagar mais impostos pra tudo quanto é coisa. Tinha até um imposto de "carga", normalmente cobrado sobre animais, mas que as pessoas judias tinham que pagar pra entrar numa cidade. Humilhante.
Eles também trabalhavam de mascate, e percorriam várias quilômetros andando, carregando coisas pra vender.
Um judeu famoso e querido: Levi Strauss!
Inventou nada menos que a calça jeans.
Do museu, o Paulo quis visitar uma livaria na mesma rua.
Nós, pra não ficarmos deprê, resolvemos ficar numa praça gelada e nevada perto do museu. Adivinha por que, né?
A neve caía sem parar e se acumulava nas calçadas, praças. Como resistir?
Não resistindo, ué.
E lá foram as duas brincar na neve. Enrolar, moldar, rolar a neve pra juntar como rocambole e fazer um monte legal. E carregar e empilhar...
Tã-dã!!!!!! Fritz, o boneco de neve do cabelo punk!!!
De lá fomos pra Gedächtnis Kirche, aquela igreja semidestruída. Ela foi "conservada" assim como lembrança, "pra ninguém mais pensar em fazer uma guerra, pois olhaí o resultado". Parece que certos líderes mundiais não visitaram esta igreja ou não se emocionaram ao ver suas ruínas.
Dizem que em Dresden a coisa foi ainda pior. Muitas bombas caíram lá e muita gente morreu.
Cicatrizes de uma guerra
O teto no interior da igreja ficou todo craquelado. Mesmo assim, é bonito.
Taí, mais feridinhas abertas de Berlim.
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