A viagem por si já é uma aventura: chegar na hora pra não perder o trem, encontrar a plataforma, esperar o trem, embarcar, encontrar os lugares reservados, se acomodar. Então, sentar comodamente, e fazer de tudo um pouco - ler, comer, dormir, olhar a paisagem mudando conforme fomos trocando de países - Holanda, Bélgica, França -, achar a passagem pra ser picotada pelo fiscal... Fizemos tudo certo, mas é uma hora que ainda me dá um friozinho na barriga...

Chegamos em Paris no horário, fomos direto fazer nosso passe de metrô-ônibus - Carte Orange, futuramente Navigo - e enfrentamos nossa primeira fila. A parte divertida da experiência foi tirar novas fotos (mais fotos, já que esquecemos as nossas em casa (Leiden), mãe de Deus...). O que nos lembrou logo das cenas do Amelie Poulain, em que ela fica intrigada com o cara da máquina de fotos. Já nos sentimos meio em casa por conta desse episódio.
Depois de descobrir como funcionava a tal da máquina - tem váááááárias opções - finalizamos as nossas carteirinhas e fomos pegar metrô. Opa, e o mapa? Nessa hora me lembrei que tinha deixado TUDO isso - meus queridos guias de Paris - em São Paulo. Fazer o quê, fui pro balcão e pedi um mapinha.
O bom de Paris é que muita coisa é feita pensando no turista. Tem mapas da região e de metrô ou ônibus espalhados pela cidade toda. Tem metrô que corta a cidade toda. Dá pra se localizar mesmo sem nunca ter estado aqui.
Fomos da Gare du Nord pro hotel, descemos na estação Poissonnière e fomos ver o que fazer nesse dia. O hotel foi uma piada, com o pessoal da manutenção vindo nos "visitar" 3 dias dos 5 que passamos lá. Não voltaremos a esse hotel mais, apesar da localização ótima. O quarto tinha cama de casal, banheiro e um mezanino com duas camas de solteiro!!! Hahahahah. As meninas gostaram de dormir no "sótão". Mais uma pra lista de experiências...
Desta vez tínhamos preparado um roteiro mais infanto-juvenil. Então, além das atrações óbvias e que já conhecíamos- Torre Eiffel, Arco do Triunfo, Sacré Coeur, Louvre etc... visitamos outros menos óbvios, lugares a que os franceses vão, não tanto os turistas...
Nós na Notre Dame!
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