Bem, depois de pegar uma fila de 3 horas pra passar uma hora na Torre, compensamos não pegando fila mas ficando bastante tempo num lugar mais quentinho e cheio de coisas interessantes e inesperadas no Museu do Quai Branly, a dez minutos da torre, pelo Sena. Pra que isso acontecesse, o Paulo foi antes e comprou os ingressos. Quando saímos da torre e chegamos lá, foi só ver a exposição nos jardins do museu e lá dentro, que é enorme.
Paris pode se dar ao luxo de ter um museu voltado pra cada área do conhecimento e das artes. O Branly foca as culturas não-européias, ou seja, da Oceania, das Américas, da Ásia.
Tem um pouco de cada coisa: pinturas, máscaras, utensílios, trajes, esculturas... Não tem atividades como o Naturalis, mas mesmo assim, foi bem interessante.
Giu e Lud... dentro e fora do iglu!
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