sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

Paris - Parte 6 - Ano Novo na Torre!

Do restaurante, pegamos um metrô pra chegar à Torre Eiffel. Na ida, tudo bem. Já sabíamos que podia ter alguma confusão, garrafada, e como somos brasileiros, já tamos vacinados. E a polícia tava nas ruas, em grupos, como nunca vi. O que era bom, pois antes prevenir...

Chegamos, procuramos um lugar no Campo de Marte, de onde se tem uma vista linda da Torre e ficamos por lá. Batendo papo. Tirando fotos. Esperando. Me beliscando.

A noite estava perfeita. Fria, claro, pois estamos no inverno.

Mas sem chuva, o que é uma sorte. Não dá pra pedir mais que isso...

Já estava quase na hora e não parava de chegar gente.

Gente bem agasalhada, carregando champagne. Gente com fogos.
Bem atrás da gente tinha uma fileira de fotógrafos. Bem, não sei se eram fotógrafos profissas, mas estavam com as máquinas em tripés e tudo.
Até que todos começaram a contagem de minuto, depois segundos... cinco, quatro, três, dois, um... Feliz 2009!
Era mais um ano que chegava... novinho em folha.



A torre ficou toda iluminada. Linda, linda!

Cada hora ela brilhava de um jeito diferente. Com cores diferentes.

Soltaram vários fogos coloridos de formatos diversos...

As pessoas se cumprimentavam, sorrindo. Muitos se beijavam, se abraçavam.
Ganhamos balas de umas pessoas muito felizes...
Não teve confusão nenhuma.



A Lud deitou no gramado (pelouse) e ficou apontando os fogos que via.

Além disso, ela tava cansada de tanto agito.

Imagem da torre conforme nos afastávamos


Fomos embora, depois de um tempo. Tentar pegar o metrô de volta pro hotel.

Foi aí que vimos...

Gente. Muita gente. Um mar de gente se encaminhando pras estações.

Tentamos ir pro ponto de ônibus, já que um dia tínhamos voltado de lá de ônibus.

Não deu. Ele não tava passando. Tivemos que voltar pro metrô. Oh não.

Tinha gente descendo as escadarias aos montes, gente entupindo as plataformas.

Os vagões passando lotados! Me senti na estação Sé às 18h de uma segunda-feira...

Deu um certo desespero. Mas depois de deixarmos passar alguns, conseguimos pegar um trem que dava pra entrar. O que já era um milagre nessas alturas.

O trem enchia cada vez mais que parava numa estação. E eram mais de 7 até chegarmos na Poissonniere...

Uma hora, entraram uns brasileiros fazendo bagunça. Um deles até gritou "Empurra, Tigu!" Sabe lá que nome é esse. O tal do Tigu, por engano, ficou numa estação e os outros seguiram. Aí um dos caras falou: "Tigu, encontra na estação 'Bonnê Nevoá' ". Gente, essa estação se escreve assim: "Bonne Nouvelle". Não tem nada de Bonê Nevoá nisso... rsrsrsr... esses brasileiros!

O pior momento foi quando entraram umas pessoas meio bêbadas. Entraram empurrando, e eu, a Lud e outra mãe com crianças estavámos meio perto da porta. A francesa começou a gritar: Les enfants! Les enfants! Les enfants! As pessoas empurravam, tava tudo bem apertado. Sabe quando não tem espaço nem pra pôr o pé no chão? Assim.

Nessa hora, peguei a Lud e ficamos lá abraçadinhas. Ela tava com medo e começava a chorar um pouco... mas ainda bem que logo depois descemos na nossa estação... ufa, deu um alívio.

Pois é. Até em Paris tem forfé.

Lud e Lina e Torre Eiffel estrelada

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